domingo, 25 de setembro de 2011

ABRAÇO

"O abraço é bom por causa do coração...Quando você abraça alguém, faz massagem no coração!E o coração do outro é massageado também!Mas, não é só isso, não...O maior segredo é que quando abraçamos alguém, ficamos todos com dois corações no peito."


Autor desconhecido.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CONTEMPORANEIDADE

“E o futuro não é mais como era antigamente”, já dizia Renato Russo. Mas o que mudou afinal no nosso tempo? Muita coisa. Nossa relação com os valores, as referências e as práticas são outras. Agora, as marcas é que nos dão identidade. Somos reconhecidos não mais por quem realmente somos, mas pelo que possuímos. Um carro possante ou uma roupa de grife falam muito mais alto do que um discurso inteligente. É uma pena, mas o mundo está assim. Encontrar culpados talvez não seja a alternativa mais acertada, entender o contexto, sim. Nosso tempo é muito diferente de tempos anteriores, mesmo os mais recentes. Desde a da bomba de Hiroshima, o futuro se tornou mais angustiante. A contracultura dos anos 60 encontrou seus limites. O sonho acabou. Acabaram também as grandes ideologias. Os pilares da sociedade estão sendo constantemente questionados e desacreditados. Estamos perdendo a fé nos políticos, na religião, nas empresas, no casamento e até na própria família. Uma sensação de abandono, uma espécie de orfandade, tem permeado nossas vidas. Em nome da segurança, procuramos proteção da violência urbana no “encasulamento”. Passamos a morar em apartamentos e em condomínios horizontais protegidos por cercas elétricas, câmeras e vigilância privada. Pensamos duas vezes antes de sair, temendo assaltos, seqüestros-relâmpagos ou arrastões em restaurantes. Demandamos mais e mais serviços de entrega em domicílio, da pizza ao sushi, passando de remédios a produtos de sex-shop. Assim, preferimos ficar em casa assistindo a um filme no home-theater ou, então, teclando com amigos nas redes sociais. Nossas relações, assim como nossas compras, estão cada vez mais virtuais. Buscamos a comodidade e proteção de nossos casulos. Não raro na WEB nos escondemos em codinomes e avatares utilizados como escudos para falar, pensar e sentir despudoradamente. Na efemeridade das coisas nasce o Twitter, onde dizemos o que queremos sem saber para quem. Essa ferramenta de comunicação está se propagando da mesma forma que ocorreu com o ORKUT, no qual o simples fato de alguém mudar o status no perfil de “namorando” para “solteiro”, tem o mesmo peso simbólico de uma pessoa casada tirar a aliança. A reação dos internautas é imediata. O luto e as vinculações afetivas estão mais velozes porque os ritmos e as coisas estão mais velozes também. Fortes emoções marcam a intensidade dos relacionamentos, do mesmo modo que a intermitência dos sentimentos. De repente ficamos perdidamente apaixonados e por pouca coisa desinvestimos rapidamente de nossos amores. A fila precisa andar. Não temos tempo a perder. O sentimento de urgência nos angustia. O estresse é uma constante. Estamos correndo o tempo todo. Só que não sabemos para onde. Antigamente tínhamos muitos objetivos e poucos recursos para alcançá-los. Hoje, temos uma diversidade de recursos à nossa disposição, mas não temos bem definidos nossos reais objetivos. Tal situação só faz aumentar o nosso desconforto diante da vida. Para aplacar esse mal-estar começamos a buscar uma ancoragem no passado, valorizando a simplicidade das coisas e os relacionamentos mais verdadeiros. Chega de fugacidade. Queremos mais fixidez, nem que seja com uma simples tatuagem feita no próprio corpo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

RELACIONAMENTO

No começo era tudo lindo e maravilhoso, mas com o passar do tempo a relação a dois, de quente, foi amornando, está esfriando e a tendência é ficar insuportável. Onde antes existia amor, hoje existe mágoa. O que fazer se a cada dia que passa aumenta mais a distância entre os dois? Será que ainda dá para resgatar os momentos prazerosos tão presentes no início do relacionamento? Cada caso é um caso, mas é sempre bom ter em mente que a nossa ação influi diretamente na emoção e no pensamento, ou seja, aquilo que fazemos gera sensações e emoções no outro e ao mudar nossas atitudes e comportamentos, podemos mudar a imagem que o outro tem de nós e os sentimentos para conosco. As pessoas precisam aprender a elogiar e reforçar os comportamentos de seus parceiros, assim como também precisam aprender a aceitar o elogio e o reforço vindo desses parceiros. O curioso é que algumas pessoas parecem ter dificuldade em receber um elogio. Seria mais ou menos como se elas não fossem dignas e merecedoras de tais atos. Já outras simplesmente têm dificuldade em fazer elogios. Uma boa dica para dar um “up” no relacionamento é surpreender o seu amor, fazendo pequenas coisas que você sabe que irão agradá-lo: um simples gesto de carinho feito em um momento inesperado, usar uma peça de roupa que ele goste, trazer-lhe um copo d’água sem que ele lhe peça, comprar-lhe uma revista, uma fruta, um bom-bom, enfim, surpreenda-o com pequenos agrados, pequenas gentilezas... Tais cordialidades passam a idéia de que você ainda se importa com o bem estar do outro, por isso é que são tão significativas. Escolha um dia da semana para dedicar especial atenção e afeto ao outro. É o “dia do mimo”. Você certamente não mencionará que aquele é o “dia do mimo”, mas seus atos certamente lhe trarão bons resultados e mesmo que não seja na mesma proporção não se frustre, o importante é você curtir a experiência de fazer o bem, já que isso por si só já é por demais gratificante. Ao alterarmos o contexto no qual os parceiros analisam os problemas da relação, certamente, teremos um desencadeador de mudança. O que vemos na realidade é que os cônjuges se vêem como as vítimas passivas do comportamento indesejável do outro, subestimando seu próprio poder ou controle sobre o comportamento do cônjuge. Assim, ao invés de esperar que o outro faça, adiante-se e aja, dando o que você gostaria de receber. Experimente e veja como a reação positiva é imediata.

ELEGÂNCIA

Anúncio da Revista GQ: "Elegância não é apenas como o homem se mostra ao mundo. É o que ele faz no mundo, pelo mundo, com o mundo. Elegância é a gentileza, o silêncio, um olhar. Elegância não está aqui ou lá. É o que acontece no caminho. Você sabe."